Este conteúdo foi apresentado no Fórum Panrotas 2026 e foi elaborado a partir da base de dados da Omnibees — uma das maiores bases hoteleiras do país.

São mais de 55 milhões de Room Nights transacionadas por ano, com dados consolidados de mais de 10.000 hotéis.

As análises consideram o comparativo entre 2025 e 2024, com dados registrados entre jan/2024 e dez/2025.

A partir dessa base, apresentamos um panorama da evolução das regiões e principais destinos, comportamento de compra no Brasil e dados de origem da reserva

O gráfico apresenta a variação percentual de Room Nights e Tarifa Média no segmento Lazer (2025 vs. 2024).

Observa-se:

  • Crescimento em volume nas principais regiões
  • Evolução positiva na tarifa média
  • Manutenção do protagonismo do Nordeste

O movimento indica fortalecimento da demanda turística acompanhado por valorização de preço.

O gráfico evidencia o comportamento do segmento Corporativo por região.

Destacam-se:

  • Crescimento em Room Nights em diferentes regiões
  • Oscilações na tarifa média
  • Intensidades distintas de evolução regional

O padrão reforça a dinâmica própria do corporativo, influenciada pela atividade econômica.

O ranking confirma a força dos destinos turísticos já consolidados, que seguem concentrando grande parte do volume de reservas no segmento de Lazer.

Ao mesmo tempo, a evolução da tarifa média em diversas cidades mostra que o crescimento não está restrito à demanda — há também espaço para valorização de preço. Isso porque Gramado e Porto Alegre tiveram, na verdade, uma recuperação desde a enchente.

O cenário sugere um mercado aquecido, com destinos que conseguem combinar atração de volume e posicionamento tarifário.

A comparação entre 2024 e 2025 demonstra:

  • Destinos com forte valorização tarifária
  • Ajustes estratégicos de preço
  • Diferentes níveis de reação à demanda

A diária média reforça o reposicionamento de mercado em algumas praças.

Os dados mostram concentração do corporativo em grandes centros urbanos.

Observa-se:

  • Forte presença de capitais
  • Crescimento em polos econômicos
  • Evolução tarifária em cidades estratégicas

A variação da diária média revela um movimento heterogêneo entre os principais mercados corporativos.

Enquanto algumas praças registram incrementos relevantes, aspecto cuja justificativa já foi apresentada, a retomada de destinos que sofreram com questões climáticas, outras demonstram estabilidade ou retração, refletindo ajustes naturais da dinâmica das viagens de negócios.

O comportamento indica um segmento que responde diretamente ao ritmo econômico e à intensidade da atividade empresarial em cada destino.

A evolução da tarifa média por categoria mostra que o movimento de crescimento não está concentrado em apenas uma faixa de produto.

Há valorização em diferentes níveis, com destaques específicos por destino, indicando que o avanço da demanda impacta tanto categorias intermediárias quanto superiores.

O cenário reforça um mercado de Lazer com capacidade de absorver ajustes tarifários em múltiplos posicionamentos.

A leitura por categoria no segmento Corporativo evidencia um comportamento mais direcionado, com evolução concentrada em níveis estratégicos de produto.

Os ajustes tarifários acompanham o perfil da viagem empresarial, que prioriza previsibilidade, localização e estrutura adequada ao deslocamento profissional.

O resultado reforça uma dinâmica distinta do Lazer, com critérios de escolha e sensibilidade a preço estruturados de forma diferente.

A distribuição da demanda no segmento Lazer mostra forte concentração em grandes mercados emissores, que continuam exercendo papel decisivo no volume de reservas.

As variações ano contra ano indicam ajustes na participação relativa dos estados, revelando movimentos de ganho ou perda de relevância dentro da estrutura de emissão.

O comportamento reforça a dependência de polos consolidados, ao mesmo tempo em que sinaliza mudanças graduais no mapa da demanda turística.

No segmento Corporativo, a origem da demanda está diretamente associada aos principais polos econômicos do país.

A concentração em determinados estados reflete a distribuição da atividade empresarial, enquanto as variações de participação indicam movimentos de maior ou menor intensidade econômica em cada mercado.

O padrão reforça uma estrutura de emissão alinhada ao dinamismo produtivo e ao volume de viagens a negócios.

Os indicadores de cancelamento, antecedência de reserva e média de diárias evidenciam diferenças claras na lógica de compra entre os segmentos.

No Lazer, a decisão tende a estar mais associada ao planejamento da viagem e à flexibilidade do consumidor, impactando prazos e permanência. Já no Corporativo, o comportamento reflete maior previsibilidade operacional, com deslocamentos ligados à agenda empresarial.

Essas variações influenciam diretamente a gestão de receita, o controle de inventário e a estratégia comercial adotada em cada segmento.

A distribuição entre tarifa acordo corporativo e tarifa pública revela como o segmento está estruturado comercialmente.

O peso das tarifas negociadas evidencia a relevância das relações contratuais e da previsibilidade de demanda no corporativo, enquanto a participação da tarifa pública indica espaço para flexibilidade e ajustes dinâmicos de preço.

A composição reflete, portanto, o equilíbrio entre estratégia comercial de longo prazo e oportunidades de mercado.

A predominância do cartão de crédito confirma seu papel central na dinâmica de vendas, especialmente no Lazer, onde a decisão está mais associada ao consumo direto.

No Corporativo, a forma de pagamento faturado cai ano a ano e evidencia a importância da digitalização de pagamentos, facilitando todo o processo.

As diferenças entre os segmentos não apenas refletem perfis distintos de consumidor, mas também impactam fluxo de caixa, risco financeiro e gestão operacional.

Os destinos mais pesquisados para períodos futuros oferecem um sinal antecipado dos próximos movimentos do mercado.

O volume de buscas, suas variações percentuais e a diária média associada ajudam a identificar onde a intenção de viagem está se concentrando e em quais mercados há maior disposição de pagamento.

Mais do que interesse, as buscas funcionam como termômetro de tendência, indicando possíveis pressões de demanda e oportunidades de posicionamento tarifário.

A análise “On the Books” para feriados revela o comportamento já confirmado da demanda no segmento de Lazer.

As variações em estadia média, antecedência, diária e volume de reservas indicam como o consumidor está se organizando para esses períodos e qual o nível de pressão de demanda já consolidado.

Essa leitura permite antecipar ajustes táticos de preço e inventário, especialmente em datas com maior concentração de reservas.

A performance já registrada para os próximos meses oferece uma leitura objetiva do ritmo atual do segmento Corporativo.

As variações em antecedência, diária média e volume de reservas indicam o nível de atividade empresarial já consolidado no curto prazo, além de sinalizar possíveis ajustes de posicionamento tarifário.

O comportamento reforça o caráter mais previsível do corporativo, mas também evidencia sensibilidade às oscilações do ambiente econômico.

Conclusões do Panorama 2026

O comparativo entre 2025 e 2024 revela um mercado em movimento, com crescimento distribuído entre regiões e manutenção do protagonismo de destinos já consolidados.

No Lazer, observa-se combinação entre volume consistente e capacidade de valorização tarifária, indicando demanda ativa e espaço para posicionamento estratégico de preço. No Corporativo, o desempenho reflete a dinâmica econômica, com comportamento mais previsível, porém sensível às oscilações do ambiente empresarial.

As análises por categoria, origem da demanda e comportamento de compra reforçam diferenças estruturais entre os segmentos, que impactam diretamente estratégia comercial, gestão de receita e modelo de distribuição.

Por fim, os indicadores de buscas e dados “On the Books” sinalizam tendências relevantes para o curto e médio prazo, permitindo antecipação de movimentos e ajustes táticos.

O conjunto dos dados aponta para um cenário que exige leitura constante do mercado, precisão na precificação e estratégia segmentada para captura de oportunidades.

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